segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Rezemos por nossa irmã Maria da Purificação e do Amor Misericordioso



Estimados irmãos e irmãs da Comunidade Rainha do Carmelo, hoje, pela manhã, na Missa da Assunção de Nossa Senhora, ficamos sabendo por meio de nossa Madre Maria Bernadete que o estado de saúde de nossa querida irmã Maria, irmã porteira do Carmelo há muitos anos, agravou-se muito.
Anteontem ela apresentou um mal estar súbito. Foi socorrida na emergência do Hospital do Coração de Messejana onde foi diagnosticado um infarto agudo do miocárdio. Hoje ela está sendo transferida para a UTI do Hospital Geral César Carls, no centro de Fortaleza.

Peçamos a Nosso Senhor e a Nossa Senhora que, se for da vontade divina, que ela se recupere logo ou, se não for, que tanto ela como as irmãs do Carmelo sejam fortes e pacientes em mais este momento difícil.
Que seja feita a vontade de Deus!
Rezemos todos.
Giovani Carvalho Mendes

Pedido de oração pela Ir. Maria da Purificação.


Pedimos a todos do Carmelo, que intercedam pela recuperação da Ir. Maria da Purificação do Carmelo de Santa Teresinha. Ela está hospitalizada e precisa muito de nossas orações e súplicas ao Nosso Bom Deus. Que Nossa Mãe, Maria Santíssima, esteja bem pertinho dela, lhe dando forças nestes momentos. Estejamos unidos.



Comunidade Rainha do Carmelo.

Rezemos por nossa Irmã Maria da Purificação



Estimados irmãos e irmãs da Comunidade Rainha do Carmelo, hoje, pela manhã, na Missa da Assunção de Nossa Senhora, ficamos sabendo por meio de nossa madre Maria Bernadete que o estado de saúde de nossa querida irmã Maria, irmã porteira do Carmelo há muitos anos, agravou-se muito.
Anteontem ela apresentou um mal estar súbito. Foi socorrida na emergência do Hospital do Coração de Messejana onde foi diagnosticado um infarto agudo do miocárdio. Hoje ela está sendo transferida para a UTI do Hospital Geral César Carls, no centro de Fortaleza.

Peçamos a Nosso Senhor e a Nossa Senhora que, se for da vontade divina, que ela se recupere logo ou, se não for, que tanto ela como as irmãs do Carmelo sejam fortes e pacientes em mais este momento difícil.
Que seja feita a vontade de Deus!
Rezemos todos.
Giovani Carvalho Mendes

domingo, 14 de agosto de 2011

Enviado às ovelhas perdidas da casa de Israel.


Comentário ao Evangelho do dia feito por :
Isaac da Estrela (?-c. 1171), monge cisterciense
Sermão 35, 3º para o 2º Domingo da Quaresma
«Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel», declara o Senhor. Podemos dizer, em suma: [...] foi enviado àqueles a quem tinha sido prometido, pois está dito que «as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência» (Gl 3,16). A promessa, feita no tempo, cumpre-se a seu tempo, para os judeus e a partir dos judeus, segundo o que está escrito: «A salvação vem dos judeus» (Jo 4,22). Nascido deles segundo a carne, foi a eles que Cristo foi enviado, quando o tempo se cumpriu; fora a eles que Ele fora prometido no princípio do tempo, fora-lhes predestinado antes de todos os tempos. Predestinado para os judeus e para os pagãos, nascido unicamente dos judeus, sem intermediário na carne, foi apresentado à nascença, segundo a carne, àqueles a quem tinha sido prometido. [...]
Mas o nome «Israel» significa «homem que viu a Deus»: portanto, esse nome aplica-se, por pleno direito, a todo o espírito racional. Daí, podemos compreender que «a casa de Israel» abarca também os anjos, esses espíritos predestinados à visão de Deus. [...] Enquanto essas noventa e nove ovelhas [...], na montanha da visão e do deleite do seu pastor ─ quer dizer, do Verbo de Deus ─, caminham soltas e se deitam sem temor nas pastagens verdejantes e sempre abundantes (Sl 23,2), o bom Pastor desceu de junto do Pai quando «já era tempo de lhes perdoar» (Sl 102,14). Foi enviado misericordiosamente ao tempo, Ele que [...] tinha sido prometido desde toda a eternidade; veio procurar a única ovelha que estava perdida (Lc 15,4ss.). [...]
O bom pastor foi, pois, enviado para restaurar o que estava partido, para fortificar o que era fraco (cf Ez 34,16). O que estava partido e era fraco era o livre arbítrio do homem. Outrora, querendo elevar-se acima de si próprio, ele tinha caído; não tendo força para se sustentar, ficou esmagado e partido [...], totalmente incapaz de voltar a erguer-se. Consolidado, por fim, e reconfortado pelo próprio Cristo [...], sem, no entanto, estar completamente vigoroso ─ tanto que não se encontrava entre as outras noventa e nove ovelhas que estavam nas pastagens abundantes ─, foi transportado nos braços do pastor, como está escrito: «Leva os cordeiros ao colo e faz repousar as ovelhas que têm crias» (Is 40,11).

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O Criador, desde o princípio, fê-los homem e mulher.

Comentário ao Evangelho do dia feito por :
Beato João Paulo II
Angelus, 6 de Fevereiro de 1994
Tal como tinha planejado desde o princípio, Deus criou o homem e a mulher à Sua imagem. A Escritura diz: «Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher» (Gn 1,27). É assim importante que compreendamos, no livro do Génesis, esta grande verdade: a imagem de Si mesmo que Deus pôs no homem e na mulher passa também através da complementaridade dos sexos. O homem e a mulher, unidos em matrimônio, refletem a imagem de Deus e são, de algum modo, a revelação do Seu amor. Não só do amor que Deus nutre pelo ser humano, mas também da misteriosa comunhão que caracteriza a vida íntima das três Pessoas divinas.
Imagem de Deus pode considerar-se, também, a própria geração, que faz de cada família um santuário da vida. O apóstolo Paulo diz-nos que toda a paternidade e maternidade recebem o nome de Deus (Ef 3,15). É Ele a fonte última da vida. Por isso, pode-se afirmar que a genealogia de cada pessoa tem as suas raízes no eterno. Ao gerar um filho, os pais atuam como colaboradores de Deus. Missão verdadeiramente sublime! Não nos surpreendamos, consequentemente, de que Jesus tenha querido elevar o casamento à dignidade de sacramento, e de que São Paulo se lhe refira como um «grande mistério», pondo-o em relação com a união de Cristo com a Igreja (Ef 5,32).

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Não devias também ter piedade do teu companheiro?


Comentário ao Evangelho do dia feito por :
Beato João Paulo II
Encíclica «Dives in misericordia» cap. 17, §14
Se Paulo VI por mais de uma vez indicou que a «civilização do amor» é o fim para o qual devem tender todos os esforços, tanto no campo social e cultural, como no campo econômico e político, é preciso acrescentar que este fim nunca será alcançado se, nas nossas concepções e nas nossas atuações, relativas às amplas e complexas esferas da convivência humana, nos detivermos no critério do «olho por olho e dente por dente» (Ex 21,24; Mt 5,38) e, ao contrário, não tendermos para transformá-lo essencialmente, completando-o com outro espírito. É nesta direção que nos conduz também o Concílio Vaticano II quando, ao falar repetidamente da necessidade de «tornar o mundo mais humano» (GS 40), centraliza a missão da Igreja no mundo contemporâneo precisamente na realização desta tarefa. O mundo dos homens só se tornará mais humano se introduzirmos, no quadro multiforme das relações interpessoais e sociais, juntamente com a justiça, o «amor misericordioso» que constitui a mensagem messiânica do Evangelho.
O mundo dos homens só poderá tornar-se «cada vez mais humano» quando introduzirmos, em todas as relações recíprocas que formam a sua fisionomia moral, o momento do perdão, tão essencial no Evangelho. O perdão atesta que, no mundo, está presente o amor que é mais forte que o pecado. O perdão, além disso, é a condição fundamental para a reconciliação, não só nas relações de Deus com o homem, mas também nas relações dos homens entre si. Um mundo do qual se eliminasse o perdão seria apenas um mundo de justiça fria e pouco respeitosa, em nome da qual cada um reivindicaria os direitos próprios em relação aos demais. Deste modo, as várias espécies de egoísmo, latentes no homem, poderiam transformar a vida e a convivência humana num sistema de opressão dos mais fracos pelos mais fortes, ou até numa arena de luta permanente de uns contra os outros.
Com razão a Igreja considera seu dever e objetivo da sua missão assegurar a autenticidade do perdão, tanto na vida e no comportamento concreto, como na educação e na pastoral. Não o protege doutro modo senão guardando a sua fonte, isto é, o mistério da misericórdia de Deus, revelado em Jesus Cristo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Se morrer dá muito fruto!


Comentário ao Evangelho do dia feito por :
Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (África do Norte) e doutor da Igreja
Sermão 329, para a festa dos mártires, 1-2; PL 38, 1454
As proezas gloriosas dos mártires, que por todo o lado ornam a Igreja, permitem-nos compreender a verdade daquilo que foi cantado: «É preciosa, aos olhos do Senhor, a morte dos Seus fiéis» (Sl 115,15). Com efeito, ela é preciosa aos nossos olhos e aos olhos d'Aquele em nome de Quem eles morreram.
Mas o preço de todas aquelas mortes é a morte de um só. Quantas mortes resgatou ao morrer sozinho porque, se não tivesse morrido, o grão de trigo não se teria multiplicado? Haveis ouvido o que Ele disse quando se aproximava a Sua Paixão, isto é, quando se aproximava a nossa redenção: «Se o grão de trigo lançado à terra não morrer, fica ele só; mas se morrer dá muito fruto». Quando o Seu lado foi ferido pela lança, o que dele jorrou foi o preço do universo (cf Jo 19,34).
Os fiéis e os mártires foram resgatados; mas a fé dos mártires deu provas e o seu sangue é disso testemunho. «Cristo deu a Sua vida por nós ; também nós devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos» (1Jo 3,16). E noutro lado é dito ainda: «Quando te sentas a uma mesa magnífica, repara bem no que te servem pois terás de preparar o mesmo» (cf Pr 23,1). É uma mesa magnífica, aquela em que comemos com o Senhor do banquete. Ele é o anfitrião que convida, Ele próprio é o alimento e a bebida. Os mártires prestaram atenção ao que comiam e bebiam para poderem dar o mesmo. Mas como teriam eles podido dar o mesmo se Aquele que fez a primeira oferta não lhes tivesse dado o que eles dariam? É isso que nos recomenda o salmo de onde retirámos esta frase: «É preciosa, aos olhos do Senhor, a morte dos Seus fiéis».

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Santa Teresa Benedita da Cruz, rogai por nós!! 09/08


"Edith Stein é uma luz que brilha na "noite escura" da humanidade que procura o caminho da Terra Prometida. Só o encontro com Cristo-Luz torna agradável e amada a vida, não raramente marcada pela cruz, sofrimento e solidão.
( Frei Patrício Sciadini)
ORAÇÃO A SANTA TERESA BENEDITA DA CRUZ
(TAMBÉM CONHECIDA COMO EDITH STEIN)
Oremos:
"Senhor, Deus de nossos pais,
Tu conduziste a Santa Teresa Benedita
à plenitude da ciência da Cruz
ao momento de seu martírio.
Enche-nos com o mesmo conhecimento;
e, por sua intercessão,
permite-nos sempre seguir em busca de ti,
que és a suprema Verdade,
e permanecer fiéis até a morte
à aliança de amor ratificada pelo sangue de teu Filho
pela salvação de todos os homens e mulheres.
Te pedimos por nosso Senhor,
Amém!"

Jesus está também aqui no meio de nós.



Comentário ao Evangelho do dia feito por :
Papa Bento XVI
Audiência Geral de 13 de Agosto de 2008 (trad.© Libreria Editrice Vaticana)
Quem reza nunca perde a esperança, mesmo quando se encontra em situações difíceis e até humanamente desesperadas. É isto que nos ensina a Sagrada Escritura e que testemunha a história da Igreja. Com efeito, quantos exemplos poderíamos oferecer, de situações em que foi precisamente a oração que sustentou o caminho dos santos e do povo cristão! Entre os testemunhos da nossa época, gostaria de citar o de dois santos, cuja memória festejamos nestes dias: Teresa Benedita da Cruz, Edith Stein, cuja festa pudemos celebrar no dia 9 de Agosto, e Maximiliano Kolbe, que recordaremos amanhã, 14 de Agosto, vigília da solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria. Ambos concluíram com o martírio a sua vicissitude terrestre, no lager de Auschwitz. Aparentemente, a sua existência poderia considerar-se uma derrota, mas precisamente no seu martírio resplandece o fulgor do Amor, que vence as trevas do egoísmo e do ódio. A São Maximiliano Kolbe são atribuídas as seguintes palavras, que ele teria pronunciado em pleno furor da perseguição nazi: «O ódio não é uma força criativa: é-o somente o amor». [...]
Edith Stein, no dia 6 de Agosto do ano seguinte, três dias antes da sua morte dramática, aproximando-se de algumas religiosas do mosteiro de Echt, na Holanda, disse-lhes: «Estou pronta para tudo. Jesus está também aqui no meio de nós. Até agora pude rezar muito bem, dizendo de todo o coração: "Ave, Crux, spes unica" [Ave, ó Cruz, nossa única esperança]». Testemunhas que conseguiram fugir deste horrível massacre narraram que Teresa Benedita da Cruz, ao vestir o hábito carmelita, caminhava conscientemente rumo à morte, distinguindo-se pelo seu comportamento repleto de paz e pela sua atitude tranquila e pelo seu comportamento calmo e atento às necessidades de todos. A oração foi o segredo desta Santa, co-Padroeira da Europa, que «mesmo depois de ter alcançado a verdade na paz da vida contemplativa, teve de viver até ao fim o mistério da Cruz» (João Paulo II, Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio «Spes Aedificandi», 8).

XXVIII CONGRESSO PROVINCIAL OCDS



XXVIII CONGRESSO DA PROVÍNCIA SÃO JOSÉ - OCDS
13, 14, 15 E 16 DE OUTUBRO 2011


CAMINHAR DE VERDADE COM SANTA MADRE TERESA DE JESUS.”


“É VOCAÇÃO DE TODO HOMEM BUSCAR A VERDADE E ENCONTRANDO-A PERMANCER NELA.”
(Dignitatis Humanae, 1 Compêndio Vaticano II)



Queridos Irmãos e Irmãs no Carmelo,


É com grande alegria que anunciamos o XXVIII CONGRESSO DA PROVÍNCIA SÃO JOSÉ de nossa comunidade Secular. Queremos acrescentar para as nossas Comunidades mais um momento de comunhão e crescimento, participando nossa experiência e vivência nestes anos de caminhada.
O Encontro acontecerá no Centro Teresiano de Espiritualidade, em São Roque - SP. Solicitamos que levem, além dos objetos pessoais,Liturgia das Horas não é necessário levar roupa de cama e banho. A sugestão para a leitura prévia é o livro Caminho de Perfeição, de Santa Teresa de Jesus.
Data: 13, 14, 15 e 16 de outubro de 2011.
Terá início às 16:00 horas do dia 13/10/2011 e encerramento às 12:00 horas do dia 16/10/2011.
Centro de Espiritualidade TeresianaRodovia Raposo Tavares, KM 64 Caixa Postal 57 CEP 18130-970 Telefone: 11-4712-2270
-A taxa de inscrição é de R$ 240,00 (DUZENTOS E QUARENTA REAIS).
Pedimos sua colaboração para que faça um depósito antecipado até o dia 15/09/2011 no valor de R$ 120,00 (CENTO E VINTE REAIS),e a segunda parcela até 10/10/2011 a fim de garantir a sua vaga. Deverá ser enviada, junto com a inscrição, uma cópia do comprovante de depósito.     -Levar o comprovante original no dia do encontro para evitar qualquer imprevisto.
-Como não temos vagas suficientes para todos (as) já que crescemos muito,colocamos de ínicio 02 vagas p/Comunidades,e a terceira vaga deverá ficar na lista de espera.
-O terceiro nome deverá ser enviado junto com as 02 inscrições, e se houver possibilidades a Comunidade será avisada e atendida no seu pedido da 03 vaga.
OBS: Data limite p/inscrições até 15 de Setembro de 2011
-Ao fazer a inscrição e por acaso não comparecer,não haverá devolução da parcela depositada.
-Cada Comunidade deverá enviar 02 delegados para participarem da Assembléia da Associação
-Teremos a possibilidade de fotografar e gravar em DVD todos os momentos do nosso Congresso, estes serão vendidos por R$ 10,00 (Dez Reais).Quem se interessar já deve encomendar junto com a inscrição.

LEMBRAMOS QUE SÓ HAVERÁ INSCRIÇÃO MEDIANTE O ENVIO DO COMPROVANTE DE DEPÓSITO.

Banco Itaú

Conta corrente: 00039-3
Agência: 736-4  
Em nome de Associação das Comunidades Carmelitas Descalços

Número de Vagas

 2 por Comunidade
 2 por Grupo

  - As inscrições serão feitas com Carmelita Maria S.da Silva 
    Rua Tocantins,59 bairro Pedregulho-Guaratingueta SP Cep-12514-660
    Tel-res-0xx12-31223346  esc-0xx12-31223613 cel-0xx12-8201-1431-Tim


    Qualquer duvida também podem ligar para Rosália e Elcio
   Telefone: 21-3903 5433 ou 21-9344 4182 Rio de Janeiro -RJ
                             
                                Que o Senhor nos encontre de corações abertos para sua graça!
                                Rosália e Elcio

                                Pela Comissão de Congresso OCDS

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Libertados pelo Filho do Homem que Se entrega às mãos dos homens.


Comentário ao Evangelho do dia feito por :
São Paciano de Barcelona ( ? – c. 390), bispo
Homilia sobre o batismo, 7
Todos os povos foram libertados, por Nosso Senhor Jesus Cristo, das forças que os mantinham cativos. Foi Ele, sim, Ele, quem nos resgatou. Como diz o apóstolo Paulo: «perdoou-nos todas as nossas faltas, anulou o documento que, com os seus decretos, era contra nós; aboliu-o inteiramente, e cravou-o na cruz. Depois de ter despojado os Poderes e as Autoridades, expô-los publicamente em espetáculo, e celebrou o triunfo que na cruz obtivera sobre eles» (Col 2, 13-15). Ele libertou os presos acorrentados e quebrou as correntes, como Davi dissera: «O Senhor salva os oprimidos, o Senhor liberta os prisioneiros, o Senhor dá vista aos cegos». E ainda: «Senhor, quebraste as minhas cadeias, hei-de oferecer-Te sacrifícios de louvor» (Sl 145, 7-8; 115, 16-17).
Sim, ficamos libertos das correntes, nós que fomos reunidos ao chamado do Senhor pelo sacramento do batismo [...]. Fomos libertados pelo sangue de Cristo e pela invocação do Seu nome. [...] Portanto, ó bem-amados, fomos para todo o sempre lavados pela água do batismo, para todo o sempre estamos libertos, para todo o sempre acolhidos no Seu Reino imortal. Para todo o sempre será «feliz aquele a quem é perdoada a culpa e absolvido o pecado» (Sl 31, 1; Rm 4,7). Mantende com coragem o que haveis recebido, conservai-o para vossa felicidade, não volteis a pecar. De ora em diante, conservai-vos puros e irrepreensíveis para o dia do Senhor.

domingo, 7 de agosto de 2011

Parabéns Ceane!! 07.08.11

CEANE JOSÉ DE JESUS MAZUREK, OCDS

Parabéns pelo dom da sua vida, parabéns pelo sim dado a Nosso Amado Deus. Que sua caminhada como carmelita seja repleta dos dons do Espírito Santo, que por onde você passar, exale o perfume Daquele que habita em seu coração. Nossa Mãe Maria Santíssima lhe conduza sempre.


Com amor e orações,
Comunidade Rainha do Carmelo.

Reunião dia 06.08.11

Nossa tarde de formação, no Carmelo de Santa Teresinha, inciou com a oração conduzida por Efigênia:

Na sequência, Rosângela continuou com a formação sobre a Santa Missa, o ponto estudado foi, a descrição do elenco das leituras da missa.
Efigênia nos deu os avisos, dentre eles, a respeito do Congresso em São Roque, o nosso Retiro em setembro, a entrada para o postulantado de Wilderlândia no Carmelo de Santa Teresinha em Fortaleza. Também nos falou sobre os membros que farão as promessas definitivas e temporárias em Setembro.

Depois dos avisos, Ana Stela, conduziu a oração a partir da leitura de Lucas 6 36-38.
Ana Stela, Ceane, Livramento e Raimundo:
Natália, Ana Stela e Eugênia:
Nossa comunidade participando atentamente da formação:

Neila nos falou sobre o capítulo 36 do livro Caminho de Perfeição de Nossa Santa Madre Teresa de Jesus. A frase que destacamos foi: "QUEM PEDE UMA DÁDIVA TÃO GRANDE COMO O PÃO DO CÉU, QUEM SUBMETEU SUA VONTADE AO QUERER DIVINO, JÁ PERDOOU TUDO."
Concluimos nossa tarde de formação com a Oração das Vésperas e Salve Rainha:

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Ó mulher, grande é a tua fé; faça-se como desejas!


Comentário ao Evangelho do dia feito por :
São Beda, o Venerável (c. 673-735), monge, Doutor da Igreja
Homilia sobre os Evangelhos, I, 22: CCL 122, 156-160, PL 94, 102-105
O Evangelho mostra-nos a grande , a paciência, a perseverança e a humildade da Cananeia. [...] Esta mulher era dotada de uma paciência verdadeiramente fora do comum. Ao seu primeiro pedido, o Senhor não responde uma palavra. Apesar disso, longe de cessar de rezar, ela implora-Lhe com redobrada insistência o socorro da Sua bondade. [...] Vendo o ardor da nossa fé e a tenacidade da nossa perseverança na oração, o Senhor acabará por ter piedade de nós e conceder-nos-á o que desejamos.
A filha da Cananeia era «atormentada por um demônio». Uma vez expulso o nefasto desassossego dos nossos pensamentos e desfeitos os nós dos nossos pecados, a serenidade do espírito voltará a nós, bem como a possibilidade de agirmos corretamente. [...] Se, a exemplo da Cananeia, perseverarmos na oração com uma firmeza inabalável, a graça do nosso Criador ser-nos-á concedida; ela corrigirá todos os nossos erros, santificará tudo o que é impuro, pacificará toda a agitação. Porque o Senhor é fiel e justo. Perdoar-nos-á os nossos pecados e purificar-nos-á de toda a mancha, se gritarmos por Ele com a voz vigilante do nosso coração.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Salva-me, Senhor!


Comentário ao Evangelho do dia feito por :
Santo Hilário (c. 315-367), bispo de Poitiers e doutor da Igreja
Comentário do Evangelho de São Mateus, 14, 15; SC 258
O fato de Pedro, de entre todos os passageiros da embarcação, ousar responder e pedir ao Senhor que lhe dê ordem para ir por sobre as águas até Si, indica já a disposição do seu coração no momento da Paixão. Momento em que, sozinho, seguindo os passos do Senhor e desprezando as agitações do mundo, comparáveis às do mar, O acompanhou com igual coragem para desprezar a morte. Mas a falta de segurança de Pedro revela a sua fragilidade na tentação que o esperava: pois, embora tivesse ousado avançar, afundou-se. A fraqueza da carne e o medo da morte obrigaram-no à fatalidade da negação. No entanto, solta um grito e pede a salvação ao Senhor. Tal grito é a voz gemebunda do seu arrependimento. [...]
Há, em Pedro, uma coisa que devemos considerar: ele excedeu todos os outros na fé, porque, enquanto estavam na ignorância, foi ele o primeiro a responder: «Tu és [...] o Filho de Deus vivo» (Mt 16,16). Foi o primeiro a rejeitar a Paixão, pensando que era uma infelicidade (Mt 16,22); foi o primeiro a prometer que havia de morrer e que não renegaria (Mt 26,35); foi o primeiro a recusar que lhe lavassem os pés (Jo 13,8); e também desembainhou a espada contra os que se acercavam do Senhor para O prender (Jo 18,10). A calma do vento e do mar, amainados depois de o Senhor ter subido à embarcação, é apresentada como a paz e a tranquilidade da Igreja eterna na sequência do Seu glorioso regresso. Porque então Ele há-de vir, manifestando-Se, como naquele momento em que um justo espanto fez que todos dissessem: «Tu és, verdadeiramente, o Filho de Deus». Todos os homens darão então o testemunho claro e público de que o Filho de Deus deu a paz à Igreja, já não na humildade da carne, mas na glória do céu.